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Saúde 17/01/2020 | 08h37

Sindicato dos Médicos quer discutir situação do SUS com o novo prefeito de Caxias


Sindicato dos Médicos quer discutir situação do SUS com o novo prefeito de Caxias
Foto: Arquivo Rádio Caxias

O Sindicato dos Médicos deve entrar em contato com a nova administração Municipal na próxima semana para tratar das dificuldades de funcionamento e da falta de médicos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central. A entidade tem aguardado e dado tempo para que a Prefeitura possa resolver possíveis pendências internas de início de gestão, mas segue com o objetivo de sugerir o retorno de servidores que atuavam no antigo Postão 24 Horas para a atual UPA Central.

Além disso, a própria titularidade da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) pode entrar em pauta na reunião que o Sindicato vai pleitear. Há intenção de se debater nomes que podem vir a assumir a Secretaria, que atualmente está sob a gestão interina de Marguit Meneguzzi. No entanto, o objetivo principal da agenda a ser marcada é justamente uma solução para os problemas de atendimento da UPA.

O Sindicato dos Médicos vem acompanhando o panorama da instalação e acredita que a mesma esteja com uma grande falta de profissionais. O presidente da entidade, Marlonei Silveira dos Santos, afirma que o problema é uma herança do Governo de Daniel Guerra (Republicanos). Ele ainda pontua que a Unidade não devia ter sido aberta nas condições atuais, e declara que a forma de atuação da administração cassada fez com que menos de um sexto dos postos para médicos fosse preenchido.

Marlonei reafirma que, nos próximos dias, um encontro entre o Sindicato e a Prefeitura vai ser agendado para tratar sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) caxiense. Ele ainda acredita que os problemas podem ser amenizados.

Marlonei Silveira dos Santos também se posicionou sobre as supostas jornadas de trabalho de até 24 horas na UPA Central, denunciadas pelo Conselho Municipal da Saúde. Ele afirma que imaginava que irregularidades do tipo pudessem ocorrer, pela falta de médicos no estabelecimento. Entretanto, a avaliação é de que o problema, se verificado, é gravíssimo. Para o Sindicato dos Médicos, os profissionais poderiam ter plantões de até 12h, pois a exaustão pode afetar na qualidade dos serviços prestados.


Departamento de Jornalismo


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