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Meio Ambiente 14/06/2021 | 20h01

Seresa é referência no descarte correto dos resíduos hospitalares na Serra Gaúcha


Seresa é referência no descarte correto dos resíduos hospitalares na Serra Gaúcha

O Brasil tem capacidade de processar anualmente 480 mil toneladas de lixo hospitalar, material conhecido como “resíduos de serviços de saúde”. Todos os anos, hospitais, clínicas, laboratórios, estúdios de tatuagem, entre outros, produzem cerca de 253 mil toneladas desse lixo. Em Caxias do Sul e região, a Seresa é responsável por coletar esses resíduos de forma correta, sem prejudicar o meio ambiente.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) classifica os resíduos dos serviços de saúde em cinco grupos, e são compostos por todo material gerado a partir de atendimento a pacientes ou de estabelecimentos de saúde que executem atividades para fins médicos.

Ou seja, entram na lista de “lixo hospitalar” seringas, luvas, algodões, filmes de raios-X, secreções humanas (ou animais) e mais uma infinidade de coisas que podem estar contaminadas por agentes biológicos ou químicos. Diante desse cenário, todo o cuidado com o descarte do lixo hospitalar é pouco. Além de representar risco à saúde das pessoas que trabalham diretamente com pacientes ou mesmo indiretamente no descarte do lixo hospitalar, a negligência em relação à destinação final desses resíduos pode causar danos irreversíveis ao meio ambiente, ou mega indenizações trabalhistas.

O chamado “lixo infectante” caracterizado pela presença de agentes biológicos, por exemplo, composto por tecidos, órgãos, resíduos de laboratórios de análises é um risco quando entra em contato com o solo e rios, como explica a diretora da Seresa, Roberta Constantino: "Tudo que fizermos degradando nosso entorno, vai repercutir para nós mesmos, ou seja, se você coloca o lixo de saúde no quintal, contamina o lençol freático e nossas águas subterrâneas".

Para evitar que esses ciclos de perigos se perpetuem, a Seresa oferece o serviço de gestão de resíduos para serviços de saúde, indo desde a coleta até a destinação final dos materiais. Assim, todos os resíduos de saúde são esterilizados e destinados corretamente, para que não ofereça riscos à saúde pública e ao meio ambiente. Roberta explica que os profissionais que não realizam o descarte correto podem ser multados pela vigilância sanitária e até mesmo perder o alvará para atendimento, uma vez que todos os medicamentos e produtos de saúde são rastreáveis.

Ela também comenta a satisfação de trabalhar contribuindo para o planeta e ensinando as pessoas que não tem conhecimento sobre o assunto. "Nós que temos a expertise do negócio, podemos ampliar esse conhecimento para que todos possam fazer certo, afinal, vivemos todos no mesmo lugar. Não dá para gerar contaminação aqui e achar que não vai ter problema depois, porque a contaminação, de algum jeito, volta" ressalta.

A Seresa atua há mais de 22 anos comprometida com ações de sustentabilidade, promovendo a destinação correta e segura dos resíduos dos profissionais da saúde, com um trabalho profissional e completo "A nossa preocupação é em fazer a coleta adequada, com recipientes adequados, com motoristas que tenham capacitação para isso, os exames clínicos corretos e em dia, todos os treinamentos adequados, caminhão completo. Entendemos que quem está contratando nossos serviços não pode assumir uma responsabilidade por um erro que ele desconhece. É o nosso business, precisamos saber tudo que pode dar errado, para não dar. Nossa preocupação é muito grande com o comprimento da legislação." finaliza Roberta.

É possível contratar a Seresa ou tirar dúvidas sobre o assunto pelo www.seresa.com.br, ou pelo WhatsApp (54) 99601-7477.


Departamento de Jornalismo




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