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Índice de Violência 11/06/2021 | 10h05

Rio Grande do Sul registra queda no número de homicídios, latrocínios e roubos de veículo no mês de maio


Rio Grande do Sul registra queda no número de homicídios, latrocínios e roubos de veículo no mês de maio
Foto: Grégori Bertó/SSP

O Rio Grande do Sul, pelo sétimo mês consecutivo, registrou uma redução no principal indicador de criminalidade do Estado. Isso porque, em maio, o número de vítimas de homicídios caiu 29% no Estado em comparação com o mesmo período de 2020. Só para se ter uma ideia, o dado é o menor desde 2007. Também houve redução de 25% nos latrocínios e de 47,1% nos roubos de veículo.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (10) pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).  Segundo o secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, os dados demonstram que o planejamento do RS Seguro foi determinante na redução dos recordes verificados nos últimos dois anos. 

Dos 23 municípios priorizados pelo RS Seguro, 16 fecharam o mês com queda ou estabilidade no número de assassinatos, e oito encerram maio sem nenhum homicídio. Além disso, segundo Ranolfo, o monitoramento intensivo realizado pela Gestão de Estatística em Segurança (GESeg) foi responsável pela redução de 72,9% nos homicídios em todo o Rio Grande do Sul.

Segundo o secretário-executivo do programa RS Seguro, delegado Antônio Padilha, o rápido e constante reflexo na redução dos indicadores é resultado da metodologia adotada, com acompanhamento contínuo e sistematizado das evidências estatísticas, que orientam o foco das ações de forma integrada.

Os dados divulgados nesta quinta-feira (10) indicam que o número de roubos seguidos de morte registrados no RS em maio, os latrocínios, é o menor da série histórica. O Estado também observou a redução no número de roubos de veículos, que caiu quase pela metade em maio, e de ataques a bancos e transporte coletivo, que também atingiram o menor nível já verificado. 

Em contrapartida, maio encerrou com oito feminicídios, um a mais do que registrado no mesmo perído do ano passado (14,3%). Neste sentido, as autoridades citadas assinalam a necessidade de ampliar, na sociedade gaúcha, o engajamento por uma mudança de cultura de proteção.


Departamento de Jornalismo


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