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CAXIAS DO SUL

Pandemia 30/06/2020 | 18h30

Prefeito salienta que população deve respeitar regras para Caxias tentar chegar à bandeira amarela


Prefeito salienta que população deve respeitar regras para Caxias tentar chegar à bandeira amarela
Foto: Divulgação/ Internet

O esforço conjunto das prefeituras da Serra e os dados apresentados ao Governo do Estado serviram de argumento para a manutenção da bandeira laranja na Região de Caxias. O anúncio do governador Eduardo Leite (PSDB) ocorreu no final da tarde de segunda-feira (29), seguindo os critérios do Modelo de Distanciamento Controlado. A bandeira laranja classifica uma área com risco médio de contágio do coronavírus.

Em duas oportunidades o Palácio Piratini definiu a bandeira vermelha para a Região de Caxias. A primeira delas vigorou por uma semana, a segunda foi revertida por meio de informações apresentadas pelo Observatório Regional da Saúde. O serviço foi criado numa parceria entre Universidade de Caxias do Sul, Associação dos Municípios da Encosta Superior Nordeste (Amesne), Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede Serra).

O prefeito de Caxias do Sul, Flavio Cassina (PTB), em entrevista à Rádio Caxias, conta que dados também foram fornecidos pela 5ª Coordenadoria Regional de Saúde. O chefe do Executivo ressalta que talvez seja preciso anunciar outra decisão considerada mais forte, como o fechamento de supermercados aos domingos durante dois finais de semana. Cassina percebe apoio de entidades de trabalhadores e patronais, mas salienta que parte da população ainda não entendeu as consequências da pandemia.

No dia 9 de julho fará seis meses que Flavio Cassina está à frente da Prefeitura de Caxias do Sul. Nesse período, além do trabalho do Gabinete de Crise para combater o Covid-19, ele destaca ações de ‘desengavetamento’ e desburocratização para restabelecer o diálogo permanente com as entidades.

Entre os projetos encaminhados, está a redução do número de moradores de rua, o asfaltamento no interior, as negociações envolvendo o Aeroporto Regional, o Aterro Sanitário, a ocupação da Maesa e o ajuste das contas públicas. Para o prefeito, restam seis meses de muito trabalho, com pensamento focado na cidade e não em eleições.


Departamento de Jornalismo






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