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CAXIAS DO SUL

Prefeitura 10/07/2020 | 11h02

Prefeito e vice fazem balanço dos seis meses de governo, anunciam novos leitos de UTI e audiência pública do Aeroporto Regional


Prefeito e vice fazem balanço dos seis meses de governo, anunciam novos leitos de UTI e audiência pública do Aeroporto Regional
Foto: Jeferson Scholz/ Divulgação

Nesta quinta-feira (09) fez seis meses que Flavio Cassina (PTB) está à frente da Prefeitura de Caxias do Sul. Eleito pela Câmara de Vereadores após o impeachment de Daniel Guerra (Republicanos), Cassina destacou durante entrevista coletiva on-line que, no período, além do trabalho do Gabinete de Crise para combater a pandemia de Covid-19, foram encaminhadas ações de ‘desengavetamento’ de demandas, desburocratização do serviço público e restabelecimento do diálogo permanente com as entidades.

Durante a conversa com a imprensa na tarde de quinta, Cassina e o vice-prefeito Elói Frizzo (PSB) anunciaram oito novos leitos de UTI pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Geral. Os leitos, já habilitados, foram custeados pela administração ao custo de R$ 2,6 mil por dia/cada. De 34 leitos adultos SUS antes da pandemia, o Município passa a contar com 65, ou seja, houve aumento de 91%. A medida visa a manutenção da bandeira laranja para a região na próxima semana.

O prefeito citou, entre os projetos encaminhados, a redução do número de moradores de rua, o asfaltamento de 70 quilômetros de estradas no interior (terceira etapa do PAI), a ampliação do Aterro Sanitário Rincão das Flores e a ocupação da Maesa. Cassina também destacou o projeto Apoiar (com foco nas crianças), as trocas de endereços das UBSs Vila Lobos e Cinquentenário e a mudança na gestão da UPA Zona Norte.

O Painel de Monitoramento do Covid-19 (covid.caxias.rs.gov.br) e o trabalho pioneiro do Hemocs na coleta do plasma convalescente, que está sendo usado como tratamento para pacientes com coronavírus no Hospital Virvi Ramos, foram outras ações comentadas pelo petebista.

Sobre a situação financeira, o prefeito disse que a pandemia “rachou” o orçamento. Antes do coronavírus já havia dificuldades, pois era preciso cortar R$ 100 milhões do orçamento previsto para 2020, de R$ 2,2 bilhões. A queda na arrecadação agora ultrapassa os R$ 90 milhões, ou seja, é um dinheiro que deixou de entrar nos cofres da Prefeitura. Por isso, explicou Flavio Cassina, o remanejamento de rubricas é constante, para manter as ações na saúde e fechar as contas no final do ano.

Na coletiva, o vice-prefeito destacou o relacionamento com a imprensa, que mudou radicalmente por parte do Poder Executivo. Elói Frizzo comentou que desde 09 de janeiro a imprensa é tratada como parceira para divulgar as ações municipais. Em sua opinião, a transparência é fundamental, diferentemente do que ocorria no mandato do prefeito cassado.


Departamento de Jornalismo


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