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Saúde 19/01/2021 | 11h35

Conselho Regional de Medicina celebra início da vacinação emergencial contra a Covid-19


Conselho Regional de Medicina celebra início da vacinação emergencial contra a Covid-19
Foto: Divulgação/ Internet

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) manifestou apoio ao início da vacinação emergencial contra a Covid-19. Conforme informação, a entidade vinha acompanhando apreensiva pelo começo da imunização. Além disso, o Conselho mostra satisfação com os alinhamentos já feitos até aqui pelo Governo do Estado. Um exemplo é a definição do volume de doses que vão ser destinadas a profissionais da saúde, às casas asilares e às populações indígenas.

Entretanto, o Cremers atenta para a importância de uma boa condução do processo por parte dos governos municipais, estaduais e Federal. Há cobrança, inclusive, para uma constante fiscalização sobre a capacidade e os equipamentos de armazenamento, bem como sobre a disposição de insumos para a campanha.

Embora confie em uma situação mais confortável no que tange aos estoques de seringas e demais materiais necessários, o presidente do Conselho Regional de Medicina chama a atenção. Carlos Isaia Filho lembra que o Brasil carrega um mau histórico relacionado à logística de combate à pandemia. Ele expõe a preocupação sobre a adequada oferta de todas as condições necessárias para que a imunização ocorra sem interrupções.

Carlos Isaia Filho, no entanto, destaca a maior segurança gerada pela avaliação dos imunizantes realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O médico afirma que a análise apontou que as vacinas que vão ser aplicadas no Brasil têm segurança e eficácia.

Embora manifeste apreensão sobre a garantia da estrutura para a campanha de imunização, o Cremers comemora a capacidade de produção de imunizantes internamente. Segundo a entidade, tanto o Instituto Butantan quanto a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) devem ser responsáveis pela disposição de boa parte das doses da imunização nacional. O Conselho Regional ainda destaca que a campanha apresenta um bom começo, mas pontua que o comportamento e a ação do imunizante no controle da pandemia ainda precisam ser observados. Além disso, as poucas doses que serão aplicadas nas primeiras etapas fazem com que a chamada “imunização de rebanho” permaneça uma realidade distante dos brasileiros.


Departamento de Jornalismo


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